CUCA TEIXEIRA

Cuca Teixeira comemora os seus 25 anos de carreira lançando o seu primeiro CD solo, denominado “CucaTeixeira”.
Em 11 faixas, Cuca conta com a parceria de composição e execução de grandes músicos, responsáveis pela sua formação musical e também companheiros de carreira. Por ser um músico eclético e já ter participado de inúmeros projetos em estilos variados, o CD segue o mesmo conceito, o ecletísmo.

 

FABIO GOUVEIA QUINTETO - Método do Acaso

“Método do acaso” é o nome do novo trabalho do guitarrista sorocabano Fabio Gouvea, que lidera o Fabio Gouvea Quinteto.
A idéia do projeto surgiu através do convite feito pelo selo Blaxtream ao músico, no sentido de gravar o seu quarto CD solo. A gravação foi realizada no final de 2016 será lançada no Sesc Pinheiros.
O repertório do show é composto por 6 autorais de Gouvea, “Moema Morenou”, de Paulinho da Viola e “Camisa 10”, de Beto Corrêa.
Fabio Gouvea Quinteto conta com Cleber Almeida na bateria, parceiro de longos anos de Fabio ao lado do Trio Curupira, Felipe Brisola no contrabaixo acústico, Beto Corrêa ao piano e Dô de Carvalho no saxofone.

 

EDU RIBEIRO, TONINHO FERRAGUTTI E FÁBIO PERON - Folia De Treis

A busca por uma sonoridade inusitada e novas possibilidades com o instrumento, foram as principais razões que levaram Edu Ribeiro a convidar Toninho Ferragutti e Fábio Peron para a gravação deste álbum, além da grande afinidade, musical e pessoal. Três temas de cada músico são apresentados de forma completamente original, onde o grande desafio foi juntar a melodia e harmonia do acordeão e do bandolão (invenção de Fábio), ao ritmo da bateria. Sem o contrabaixo. Não há conhecimento de registro anterior de tal formação. Todos os três saíram do centro confortável para compor essa expressão sonora.

 

GABRIEL GROSSI QUINTETO - # em movimento - Ao Vivo

#EmMovimento é uma homenagem de Gabriel Grossi a vários de seus ídolos que o transformaram no músico que é hoje. Para esse projeto Gabriel compôs diversas músicas dedicadas a cada um desses nomes. O projeto teve início com a do DVD "Em Movimento? em abril desse ano, em Brasília/DF. “Esse nome significa muito para mim uma incessante busca do eterno aprendizado musical e comemora um importante movimento musical que está acontecendo na música instrumental brasileira.”, explica Gabriel.  “Em Movimento” é também uma reverência aos artistas e colegas de sua geração e aos novos instrumentistas e compositores que têm contribuído cada vez mais e com mais força para a música instrumental feita no Brasil.
Gabriel divide o palco com Eduardo Farias (piano), André Vasconcellos (baixo), Rafael Barata (bateria) e Sérgio Coelho Trombone, incríveis músicos que formam o seu quinteto.

 

André Mehmari - ESMÊ

 

ESMÊ Os quatro músicos do presente projeto se reuniram com o desejo comum de debruçar-se sobre a obra de Esmeraldino Salles e prestar homenagem ao centenário desse importante compositor da música paulista. A partir dessa ideia, formou-se esse quarteto em cuja formação combinam-se dois tipos de conjuntos tradicionais: o Regional de Choro - onde comumente se encontram o violão de 7 cordas e o bandolim -, e o Trio de Jazz - cuja formação tradicional apresenta piano e bateria. Os quatro experientes músicos possuem origens e trajetórias variadas, mas com diversos pontos de convergência.

 

André Mehmari - Ernesto Nazareth Ouro Sobre Azul

"Os ritmos habituais são apresentados e deslocados, os andamentos mudam elasticamente como se fossem repuxados para mais e para menos, os timbres caem às vezes em lagoas escuras, saturadas e espessas, de onde saem de repente voando como passarinhos, filtrados, leves, brilhantes e trefegamente sincopados. O piano vira um laboratório de transformações sonoras, um acelerador e desacelerador de partículas, operando sobre o campo cheio de fascinante frescor das polcas amaxixadas e das valsas divagantes de Nazareth.Os procedimentos lembram às vezes processamentos eletrônicos, só que levados a efeito por um artesanato totalmente pessoal que de digital só tem os próprios dedos."

José Miguel Wisnik

 

"DUO" Nelson Ayres - RicardoHerz

NELSON AYRES & RICARDO HERZ. Esse é o nome do primeiro cd do duo formado pelo pianista, maestro, arranjador e compositor Nelson Ayres e o violinista da música popular Ricardo Herz que acaba de ser lançado. O álbum destaca as personalidades dos compositores, numa formação tradicional, mas com repertório arrojado, divertido e inusitado.

Céu de Outono (Nelson Ayres), Maracangalha (Dorival Caymmi), Mercedes (Ricardo Herz), Upa (Ricardo Herz), Chorinho Pro Sion (Nelson Ayres), Valsa Tímida (Ricardo Herz), Gira Gira (Ricardo Herz), Velha Senhora (Nelson Ayres), Inocente (Ricardo Herz), Salsinha com Limão (Nelson Ayres) e Seu Domingos (Ricardo Herz) formam o repertório do disco. O cd já está disponível nas plataformas digitais e nas lojas. Nesse momento, o duo parte para uma turnê de lançamento.

Nelson Ayres é uma das personalidades mais importantes da música instrumental brasileira contemporânea. Durante dez anos foi maestro da Orquestra Jazz Sinfônica, e regeu inúmeras orquestras no Brasil e no Exterior, incluindo a prestigiosa Orquestra Filarmônica de Israel. Como pianista, liderou o NELSON AYRES TRIO, dividindo o palco com MONICA SALMASO, ou continuando a trajetória que vem desde 1978 do prestigioso quinteto instrumental PAU BRASIL. Tocou e gravou com Benny Carter, Toots Thielemans, Ron Carter, Vinícius de Moraes, Chico Buarque, Edu Lobo, Simone, Nana e Dori Caymmi, Milton Nascimento, Gal Costa e muitos outros grandes nomes do jazz e MPB. Foi comissionado pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, para compor seu Concerto para Percussão e Orquestra, indicado para o Grammy Latino 2011 como melhor CD de música clássica.

Ricardo Herz, que faz parte do Real Book Brasil, reinventou o violino brasileiro. Sua técnica leva ao instrumento o resfolego da sanfona, o ronco da rabeca e as belas melodias do choro tradicional e moderno. Graduado em violino erudito pela USP, estudou na Berklee College of Music, nos Estados Unidos e no Centre des Musiques do lendário violinista de jazz Didier Lockwood. De volta ao Brasil depois de 10 anos estudando e vivendo na França e EUA, Herz tem participado de muitos projetos e colaborado com músicos como Dominguinhos, Yamandú Costa, Hamilton de Holanda, Didier Lockwood, Gabriel Grossi. Tem se apresentado também como solista de várias orquestras sinfônicas, como a Orquestra Tom Jobim, a Orquestra Jazz Sinfônica, e a Orquestra Sinfônica da Paraíba. Desde 2011 lidera o Ricardo Herz Trio, com Pedro Ito na bateria e Michael Ruzitschka no violão 7 cordas, com quem vem tocando em diversos festivais e salas pelo Brasil e pelo mundo.

 

“A Gata Café” – Toninho Ferragutti Quinteto

“A Gata Café” – Toninho Ferragutti Quinteto

por Carlos Calado

É muito provável que uma enquete organizada entre especialistas, para eleger o acordeonista brasileiro mais completo, termine com a escolha de Toninho Ferragutti. Ao longo de três décadas de carreira, esse eclético músico e compositor paulista já exibiu seu talento em inúmeros shows e gravações, tocando choros, valsas, sambas, ritmos nordestinos e sulistas, jazz e música instrumental, até música clássica – algo raro entre os acordeonistas de nosso país.

Essa facilidade de transitar por diversos gêneros e estilos musicais, assim como sua técnica apurada sempre posta a serviço da emoção, são evidentes em “A Gata Café” – o décimo álbum de Ferragutti, lançado com o selo de qualidade da gravadora Borandá, com a qual desenvolve antiga parceria. Gravado em São Paulo, em janeiro de 2016, esse projeto reúne 10 composições do acordeonista e arranjador.

Quem conhece a discografia de Ferragutti sabe que durante a última década ele já experimentou diversas formações camerísticas em seus álbuns: o quinteto de cordas de “Nem Sol Nem Lua” (2006); o noneto de “O Sorriso da Manu” (2012); os duos com o acordeonista Bebê Kramer, com o violeiro Neymar Dias ou com o violonista Marco Pereira, respectivamente, em “Como Manda o Figurino” (2011), “Festa na Roça” (2013) e “Comum de Dois” (2014).

Ao planejar o álbum “A Gata Café”, Ferragutti decidiu formar um quinteto de sonoridade mais próxima do jazz. Para isso convidou quatro jovens talentos da cena da música instrumental, com os quais ainda só havia tocado separadamente: o saxofonista Cássio Ferreira, o baterista Cleber Almeida, o baixista Thiago Espírito Santo e o violonista e guitarrista Vinícius Gomes.

“Quando surgiu a oportunidade de gravar, pensei que eles seriam perfeitos para um projeto como esse”, comenta o acordeonista,  destacando as qualidades de seus novos parceiros. “São músicos antenados, na faixa dos 30 e poucos anos de idade, que também produzem, compõem e tocam qualquer estilo musical, sem qualquer dificuldade técnica. Aliás, os quatro também desenvolvem trabalhos próprios. Sou fã dessa geração”.

Como os parceiros de seu quinteto, Ferragutti também cresceu ouvindo diversos gêneros musicais. “Por causa do acordeom tive a possibilidade de entrar em contato com um lado mais tradicional da música. Ao mesmo tempo sempre fui interessado por música erudita e jazz”, afirma o paulista nascido na interiorana cidade de Socorro, cuja formação musical foi bem diferente do padrão seguido por outros acordeonistas.

“Só no final da década de 1980 é que eu fui escutar acordeonistas como o Dominguinhos ou o Luiz Gonzaga. Eu ouvia muitos saxofonistas, porque meu pai tocava saxofone”, conta Ferragutti, admitindo que essa experiência bem particular contribuiu para moldar seu estilo ao acordeom. “O saxofone é um instrumento de sopro com palheta de bambu; já a sanfona tem palhetas de aço. A proximidade entre esses dois instrumentos é grande, inclusive no fraseado, no pensamento melódico”, justifica.

As faixas do álbum

Ferragutti já havia participado de grupos com formações semelhantes à do atual quinteto, quando tocava em gafieiras, na década de 1980. Não à toa, ao definir o repertório de “A Gata Café”, decidiu regravar duas de suas composições daquela época: os contagiantes choros “O Mancebo” (inspirado no álbum “São Paulo no Balanço do Choro”, do pianista Laercio de Freitas) e “Chapéu Palheta”, gravados originalmente no final dos anos 1990.

“Esses choros foram feitos para dançar. São choros sambados, que amadureceram em salões de gafieira”, comenta o acordeonista, ressaltando a marcante influência que recebeu desse gênero musical. “Sempre toquei choro. Gosto de improvisar, mas sem romper a estrutura, mantendo uma linha tênue entre o floreado típico do choro e a improvisação”.

Outra faixa do álbum que remete aos populares salões de dança é o samba-canção “Santa Gafieira”, que Ferragutti compôs por volta de 2007 para o projeto “Panorama do Choro Contemporâneo Paulista”, já com a formação de quinteto em mente. “Essa é uma daquelas músicas lentas que você toca no final da noite, numa gafieira, quando as pessoas já estão indo embora para casa, como uma despedida”, explica.

Também feito por encomenda, o saltitante frevo “Bipolar” foi composto a pedido do saxofonista e maestro pernambucano Spok. O curioso título se deve, segundo Ferragutti, à sua preferência por músicas mais tristes. “Para tocar frevo você tem que estar bem alegre, mas, conforme compunha essa música, eu ia ficando triste e escolhia acordes menores. É assim que eu fico mais à vontade. Sou mais das baladas”, admite, rindo.

O conhecido lirismo de Ferragutti está muito bem representado pela delicada valsa que empresta seu título ao álbum. “A Gata Café” foi inspirada por um episódio real: uma gata à procura de um novo teto, que despertou a atenção do acordeonista e de seus vizinhos, no bairro paulistano de Pompéia, no final de 2015. “Todo mundo tem um lado bonito dentro de si. Esse bicho fez com que a solidariedade das pessoas se manifestasse. Todos na rua deixavam uma cumbuquinha com ração e outra com água para o bicho. Ai ele começou a entrar em minha casa e hoje dorme lá na cama”.

Curiosamente, só depois de algumas semanas, quando já havia composto e batizado a valsa, Ferragutti veio a perceber que a atraente Café era, na verdade, um gato. “Justo eu que cheguei a estudar veterinária por três anos, em Botucatu, antes de me mudar para São Paulo. Acho que faltei na aula sobre gatos”, diverte-se o compositor. “Mesmo que soubesse disso antes, eu não mudaria nada”.

A dançante “Com a Búlgara Atrás da Orelha”, faixa inicial do disco, foi composta para a trilha sonora da montagem teatral de “Como Ter Sexo a Vida Toda com a Mesma Pessoa”, monólogo da argentina Mónica Salvador, adaptado para o Brasil por Odilon Wagner, em 2012. “A ‘búlgara’ do título é uma referência à presidente Dilma, que na época estava com (um índice de) 90% de popularidade”, explica o acordeonista, que se inspirou na tradição musical do Leste Europeu para criar essa música.

Composição que também remete ao universo da música oriental, “Beduína” é uma homenagem de Ferragutti à sua esposa, Cinthia Camargo, cuja família é de origem árabe. Cinthia assina com ele a produção do álbum, além de ser a autora da bela pintura que ilustra a capa do CD “A Gata Café”.

Embora não tenha sido composta originalmente com essa intenção, a faixa “Egberto” também é uma homenagem. “Chamei essa composição de ‘Egberto’, porque ela acabou ficando com a cara dele. É um forrozão diluído, cheio de respirações, de espaçamentos. Assim como o Hermeto Pascoal, o Egberto Gismonti é um pilar da música instrumental brasileira, que continua inspirando muita gente até hoje”, comenta o compositor, reconhecendo essas influências.

Outro destaque do álbum é “Cortejo do Rio do Peixe”, composição que também já estava pronta ao ser batizada por Ferragutti com uma referência ao rio que atravessa sua cidade natal. “Fui criado olhando para esse rio. A bateria tem uma levada de cortejo, que até lembra um maracatu, mas não é. Cleber puxou para algo mais interiorano. Essa simbiose de uma coisa tradicional com outra mais contemporânea me seduz. O acordeom se presta muito a isso”.

Em meio à diversidade que caracteriza a música de Ferragutti também não poderia faltar um tango. “Nem Sol, Nem Lua” – composição gravada originalmente no álbum homônimo, lançado dez anos atrás – ganhou um arranjo mais jazzístico, que abre espaço para criativos solos de Vinicius Gomes (violão), Cassio Ferreira (sax soprano) e do próprio acordeonista.  

“Em minhas composições está o extrato do que eu ouço, do que eu gosto de tocar”, afirma Ferragutti, confirmando que já encontrou um caminho próprio na cena musical. “Tem um lado de urbanidade nesse caminho que eu escolhi. Decidi morar em São Paulo para poder tocar música francesa, música italiana, tocar em sinfônica, em grupo de choro, em gafieira ou em banda de rock. Se eu morasse no Nordeste, minha sonoridade certamente seria diferente”.

Demonstrando muita consciência do que pretende como instrumentista, compositor e arranjador, Ferragutti é um exemplo a ser seguido – não só por acordeonistas – com sua concepção contemporânea, que dialoga com a tradição e diversos gêneros musicais sem se fechar em regionalismos. Tomara que “A Gata Café” seja apenas o primeiro episódio de uma longa história para Ferragutti e seu novo quinteto de craques da música instrumental.

Carlos Calado é jornalista, editor e crítico musical.

 

“Toninho Ferragutti e Salomão Soares"

Salomão Soares, é pianista nordestino de toque arretado e enérgico, tendo nascido há 27 anos em Cruz do Espírito Santo (PB), cidade do interior da Paraíba. O outro, Toninho Ferragutti, é acordeonista paulista de formação erudita, tendo vindo ao mundo há 59 anos em Socorro (SP), cidade do estado de São Paulo. Juntos, os músicos formam inédito duo em disco, unindo distintas gerações e linguagens musicais no recém-lançado álbum Toninho Ferragutti Salomão Soares (Edição independente).

O CD é fruto da sintonia imediata entre os dois músicos, nascida espontaneamente quando Ferragutti tocou pela primeira vez com o então emergente Salomão na gravação de álbum de amigo em comum, Guegue Medeiros. Concretizado após algumas experiências conjuntas em palcos, o disco de Ferragutti e Salomão alinha temas autorais destes dois músicos que também são compositores. Mas não há parcerias. Cada um contribuiu individualmente para a formação do repertório.

Esse repertório mistura músicas da lavra solitária de Salomão (Alegria de matutoQuase noiteQuebra panelaCarta pra Lea e Quando as crianças brincam) com composições somente de Ferragutti (BeduínaTaylaO voo da muriçocaMaracutecoAlfredo e Relembrança).

O álbum nasceu do convite feito por Ferragutti a Salomão para o duo fonográfico porque o virtuoso acordeonista se impressionou com a vivacidade rítmica do toque do pianista, cujo primeiro disco solo deverá ser lançado ainda neste ano de 2018.

 Toninho Ferragutti "CD Comum de Dois"

Dentre as melhores tradições da música popular brasileira estão, sem dúvida alguma, o violão e o acordeão. São intrumentos de grande apelo emocional que traduzem de maneira inequívoca a alma do nosso povo, e que têm sido objeto da atenção de ouvintes, leigos e iniciados, ao longo de todo o século passado e agora neste novo século.

Com timbres que se ajustam perfeitamente em harmonias claras e profundas, o acordeão e o violão são excelentes veículos de transmissão da nossa cultura musical. Assim está contado em nossa história com inestimáveis contribuições de artistas do porte de Dominguinhos, Baden Powell, Chiquinho do Acordeão, Garoto, Sivuca e tantos outros. Entretanto, pouquíssimas vezes ou mesmo nunca, esses talentos se juntaram para expressar sua arte.

Temos agora a oportunidade de tornar realidade um projeto que continuará contando de maneira brilhante essa nossa rica história que, nas mãos de dois virtuosos como Marco Pereira e Toninho Ferragutti, torna-se verdade contagiante. A magnificência e a exuberância da linguagem instrumental, que esses dois grandes músicos tão bem demonstram, e que podem ser atestadas pelas palavras de grandes músicos e críticos.

“Mais do que um encontro fortuito, trata-se de um trabalho amarrado com suingue e lirismo feito por dois virtuoses: Marco Pereira e Toninho Ferragutti. Esse duo

reúne controle e risco na medida certa – a da poesia.”
(Sidney Molina – crítico, educador e violonista)

“Foi um privilégio assistir ao encontro musical desses dois admiráveis instrumentistas brasileiros! Como todos que estavam na platéia, emocionei- me profundamente com o virtuosismo e a criatividade de ambos. Mais que tudo, saí do teatro me deliciando em decifrar os ingredientes que o Duo utilizou para criar uma poção tão mágica e encantadora nessaparceria.”
(Maestro Gil Jardim – professor e orientador na ECA-USP e regente da OCAM)

 

Repertório

Amigo Léo (Marco Pereira)
Flamenta (Toninho Ferragutti)
Caymmi x Nazareth (Medley – Arranjo: Marco Pereira)
Sanfonema – Toninho Ferragutti
Violão Solo – (Medley – Baden Powell)
Acordeon Solo – Victoria (Toninho Ferragutti)
Nova (Toninho Ferragutti)
Bate-Coxa (Marco Pereira)
Flor da Águas (Marco Pereira)
Mulher Rendeira – Zé do Norte (Arranjo: Marco Pereira)

 

 

Toninho Ferragutti CD "Festa Na Roça"

“Festa na Roça” é uma homenagem dos músicos Toninho Ferragutti (acordeon) e Neymar Dias (viola caipira) à cultura caipira. As músicas, singelas e tão importantes na vida de tanta gente, são executadas em duo, com pequenos arranjos que acrescentam dinâmicas e sonoridades diferenciadas, sem perder a força da simplicidade melódica. No repertório, clássicos como “Rio de Lágrimas – O Rio de Piracicaba”, “Menino da Porteira” e “Boiadeiro Errante”. Há também a composição “Olímpico” de Toninho Ferragutti. Um CD para se emocionar e trazer recordaçõe.

Toninho Ferragutti e Neymar dias são grande expoentes do acordeon e da viola caipira. Com formação musical ampla e rica cada um traz em seu instrumento a tradição e a riqueza da música seja ela erudita, jazz, regional ou popular. A dupla tem abrilhantado os shows e os CDs de inúmeros artistas, nacionais e internacionais, além de atuarem como solistas de várias orquestra e grupos de música de câmara e de música contemporânea.

 

Toninho Ferragutti CD "O Sorriso da Manu"

 

Utilizando a sonoridade de uma pequena orquestra, Toninho Ferragutti apresenta seu novo álbum, “O Sorriso da Manu”.                                                                   A gênese do álbum são composições feitas para o espetáculo “Grupo Luceros dança Toninho Ferragutti” sob a direção artística de Clarisse Abujamra, onde os bailarinos se apresentam ao som de um quarteto formado por acordeon, percussão, clarinete e contrabaixo acústico. Com o tempo as composições foram criando vida própia e sendo apresentadas em versão instrumental em shows paralelamente ao espetáculo de dança e entusiasmado com o resultado, Ferragutti decidiu então registrar as composições em disco. Ao grupo já montado, com Alexandre Ribeiro(Clarinete), Beto Angerosa(Percussão), Zé Alexandre Carvalho (Baixo Acústico), Toninho somou o piano de Paulo Braga e o quarteto de cordas formado por Ricardo Takahashi, Liliana Chiriac (violinos), Adriana Schincariol (viola) e Raiff Dantas Barreto (violoncelo) formando uma pequena orquestra que funde várias linguagens.                                                                                                       Ao álbum se somaram as musicas Paçoquinha, para Oivia, a filha mais velha, Trilha feita a Lápis, Trilha feita a mão e Chôro da Madrugada, que são músicas com historias diferentes.                                                                                                                                                                                                                             Outro destaque do novo álbum é a maneira como foi registrado. “Geralmente, quando trabalhamos em estúdio, o clima é frio, cada músico chega numa hora diferente e grava sua parte separado. Minha intenção foi deixar o clima quente”, diz Ferragutti. Ele conseguiu o que queria gravando tudo ao vivo, com todos os músicos tocando juntos, no palco do Teatro Fecap, em São Paulo. Como se fosse um concerto, mas sem a presença de plateia. “Aproveitamos a acústica daquele teatro, que foi construído para produzir justamente esse tipo de som que eu aprecio”.                                                                                                                            Nas mãos de Ferragutti, o acordeom brasileiro ganhou nova projeção nos últimos anos. Sua elogiada discografia individual somada às centenas de participações em gravações de outros artistas, demonstram a riqueza sonora de um instrumento repleto de possibilidades.                                                                                     A tarefa de adaptar as músicas para essa formação foi dividida entre os arranjadores Edson José Alves, Rodrigo Morte, Neymar Dias, Alexandre Mihanovitch e Adail Fernandes.                                                                                                                                                                                                                            Produzido com recursos do Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo (Proac), o disco foi gravado no palco do Teatro Fecap, em apenas três sessões de seis horas – o que evidencia o entrosamento dos músicos. “O plano foi esse desde o início: todo mundo tocando junto e ao vivo, sem público mas com a acústica do teatro”, comemora Ferragutti, que batizou o álbum com o nome de uma música que compôs em homenagem à sua filha.

Músicos

Toninho Ferragutti – Acordeon
Ricardo Tahakashi – Violino
Liliana Chiriac – Violino
Eduardo Bello – Violoncello
Adriana Schincariol Vercelino – Viola
Zé Alexandre Carvalho – Baixo Acústico
Paulo Braga – Piano
Alexandre Ribeiro – Clarinete
Beto Angerosa – Percussão

Repertório

O Sorriso da Manu
Trilha feita à lápis
Nova
Trilha feita à mão
Circuleta
Flamenta
Paçoquinha
Choro da madrugada
Balanguinha

(Todas as músicas são de autoria de Toninho Ferragutti)  

Toninho Ferragutti e Bebê Kramer CD "Como Manda O Figurino"

Eu e o Bebê Kramer fomos convidados pela Luciana Pegorer, da Delira Música, para uma apresentação em duo na mostra chamada Reflexos, no início de 2011, que reuniu duos de instrumentistas do Brasil e do mundo. Logo depois desse encontro, o Gilberto Figueiredo nos convidou para participar de um projeto do SESC chamado Sonora Brasil, percorrendo todo o sul e sudeste do Brasil com shows que mostrassem um repertório de música contemporânea escrita para o acordeon.

Assim nasceu o nosso duo e, com ele, a vontade de gravar este CD para registrar o resultado desse encontro tão frutífero e prazeroso.                           Eu sou do interior de São Paulo e o Bebê, do interior do Rio Grande do Sul. Vivemos hoje em grandes centros urbanos, eu na capital paulistana e o Bebê, no Rio de Janeiro. Nossos perfis musicais e rotinas são muito parecidos: gravamos, acompanhamos diversos artistas, tocamos na noite, dividimos o dia compondo, estudando e produzindo nossa carreira artística, sempre com o pé na estrada. E isso tudo reflete muito na nossa música e na nossa maneira de tocar.                                                                                                                     O repertório deste CD é todo autoral e foi gravado no Estúdio Arsis, do nosso querido Adonias Júnior, em maio e junho deste ano. Chamamos a Laura Del Rey pra fazer a arte e a Cinthia Camargo pra fazer a gravura da capa. O Guinga, amigo querido de ambos, escreveu o lindo texto de apresentação que está aqui no encarte. Vieram, então, meus amigos Gisella Gonçalves e Fernando Grecco, do selo Borandá Música do Brasil, e cá estamos borandando…                                                                                                      O acordeon, a sanfona (como ele é chamado no nordeste) ou a gaita (como ele é chamado no sul) é parte importante da nossa cultura musical e a maneira de tocar do acordeonista brasileiro é certamente uma escola e uma opção para muitos acordeonistas do mundo todo. Esperamos, sinceramente, que o nosso CD esteja à altura disso tudo.

Toninho Ferragutti

REPERTÓRIO

 

1. Na Sombra da Asa Branca (Toninho Ferragutti)
2. Caminante (Bebê Kramer)
3. Choro da Madrugada (Toninho Ferragutti)
4. Choro Esperança (Bebê Kramer)
5. Como Manda o Figurino (Bebê Kramer)
6. Forró Classudo (Toninho Ferragutti)
7. Mestre Paulo (Bebê Kramer)
8. Negra (Toninho Ferragutti)
9. Outra Valsa (Bebê Kramer / Guto Wirtti)
10. O Sorriso da Manu (Toninho Ferragutti)
11. Pano pra Manga (Bebê Kramer)
12 . Suite Retratos – Primeiro movimento (Radamés Gnatalli)
13 – Chôro de Cordel (Sivuca)
14 – Ponta Pé
15 – Di
16 – Um tom pra jobim dis
farçado

 

Toninho Ferragutti CD " Nem Sol Nem Lua"

O espetáculo “Nem Sol, nem Lua”, de Toninho Ferragutti e Quinteto de Cordas, reúne repertório autoral de CD homônimo do artista. No show, Toninho passeia por música de concerto, jazz, tango e baião, em temas cujos arranjos de cordas foram feitos pelos maestros Edson Alves, Antonio Duran, Adail Fernandes, Nailor Proveta e pelo próprio Ferragutti.                                           A peça “Fantasia Para Acordeão e Orquestra de Cordas”, também executada no show, foi encomendada pela OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) e teve sua estréia mundial em  junho de 2012 na Sala São Paulo com regência do Maestro Claudio Cruz.                                                              O espetáculo conta com  dezenas de apresentações no Brasil e Exterior, destacando-se o Spoleto Jazz Festival (Charleston SC – USA), Festival Victor Salvi (Cartagena – Colombia), Festival de Música de Câmara (SESC São Paulo) e Festival de Campos do Jordão.                                                         Este mesmo repertório também tem sido interpretado por Toninho ao lado de diversos Quintetos e Orquestras de Cordas, como a Camerata Fukuda, Quinteto da Paraiba, Orquestra Estadual do Mato Grosso,  Orquestra de Câmara Solistas de Londrina,  Orquestra de Câmara da USP entre outras.

 

Ceumar CD "Silencia"CD

Traz composições de Ceumar e de artistas como Vitor Ramil, Kiko Dinucci, Miltinho Edilberto, Gildes Bezerra, Déa Trancoso, entre outros. Um repertório reunindo canções marcadas pela dinâmica entre som e silêncio, delicadezas, movimentos sutis, com uma sonoridade ao mesmo tempo lírica e popular. O álbum é fruto da parceria musical entre Ceumar, que mora na Holanda desde 2009, com o violoncelista francês Vincent Ségal, profundo conhecedor da música brasileira. No estúdio, a cantora contou com músicos velhos conhecidos como Webster Santos, Ari Colares, Swami Júnior, Zezinho Pitoco, Olívio Filho, Ivan Vilela e Ricardo Mosca.

 

FICHA TÉCNICA
Direção Musical: Vicent Ségal
Produção Geral: Ceumar
Gravado por: Ricardo Mosca – Na Cena Studio – São Paulo – Brasil
Assistentes de Gravação: Thiago Baggio, Tico Prates, Tiago Assolini, Wagner Meirinho & Hugo Vinícius
Mixado por: Ricardo Mosca – Studio do Mosca – São Paulo. Fevereiro e março de 2014
Assistente de Mixagem: Thiago Baggio
Masterizado por: Marc Broer -Live® concert recording Amsterdam. Maio de 2014
Assistente de Masterização: Sandra Lacerda
Projeto Gráfico e Fotografia: Juliana Coelho
Desenho da Capa: Tié Coelho Todão
Cifras das Músicas: Daniel Coelho
Concepção do Projeto: Ceumar & Sandra Lacerda
Produção Executiva: Sandra Lacerda & Lourdes Casquete
Produção Geral e Distribuição do CD no Brasil: Circus Produções Culturais e Fonográficas – Guto Ruocco

 

VINÍCIUS GOMES

CD "Resiliência"

Esse é o primeiro disco inteiramente autoral de Vinícius Gomes, e conta com a participação de Edu Ribeiro (bateria), Rodrigo Ursaia (saxofone), Bruno Migotto (contrabaixo) e Gustavo Bugni (piano), além da participação especial do baterista Daniel de Paula, do trompetista Rubinho Antunes e de quarteto de cordas. O disco saiu pelo selo Blaxtream,  idealizada por Thiago Monteiro, que vem com várias propostas inovadoras de veiculação de musica instrumental.

 

LUIZ WAACK

CD "Abra Os Caminhos" 

O Cd "Abra os Caminhos" apresenta ao público onze composições instrumentais inéditas do guitarrista, instrumentista de cordas e produtor musical Luiz Waack. Contém temas compostos nestes últimos trinta anos em que atuou em gravações e shows com os mais variados artistas e em variados estilos , em uma produção que reune diferentes influências que acabaram por nortear o seu estilo próprio de compor e tocar.

FAIXAS:

1.Abra os Caminhos

2.Agente 86

3.Agora Sim

4.Chove Em Hong Kong

5.Não Vai Batizar

6.Nina

7.Sabes Que Sim

8.Caminho A Copacabana

9.Um Sinal

10.What A Wonderfull Louis

11.Pra Sempre

 

 

DANIEL DIAS

CD "Rebentação"

 “Rebentação” é o título do CD do cantor e violonista Daniel Dias que conta com a participação de Walmir Gil no flugelhorn, e Toninho Horta na guitarra e voz.O músico apresentará seu primeiro disco em que faz releituras em gêneros como jazz de canções consagradas da música popular brasileira, além de rearranjos de músicas internacionais. Natural de Jaguariúna, interior de São Paulo, Daniel Dias começou a tocar violão ainda criança, aos 8 anos. Aos 11 já executava com intimidade parte importante do repertório da Bossa Nova, como “Corcovado”, “O Barquinho” e “Preciso Aprender a Ser Só”, o que já mostrava sua sensibilidade harmônica. Aos 13 anos conheceu Toninho Horta, de quem se tornou grande admirador e, com o passar dos anos, profundo conhecedor de sua obra, fazendo desse músico mineiro, nomeado por Tom Jobim como o “Rei da harmonia”, sua principal influência.

FAIXAS:

1.     1. Manhã de Carnaval

2.     2. No Carnaval

3.    3.  Era Só Começo O Nosso Fim

4.    4.  Eu Sei Que Vou Te Amar

5.     5. É Luxo Só

6.     6. Rosa Morena

7.    7.  Stella By Starlight

8.     8. Blue In Green

9.     9. My Romance

 

RAUL DE SOUZA

CD Brazilian Samba Jazz

Raul de Souza, apresenta seu novo CD Brazilian Samba Jazz, álbum de composições autorais, uma fusão do Jazz e do Samba, corrente musical onde é um dos criadores e que interpreta a mais de 60 anos. Embora eclética, este álbum segue os cânones do gênero. Brazilian Samba Jazz, foi feito com a ajuda de uma nova gera- ção de músicos brasileiros : Leo Montana piano, Glauco Solter no baixo, Mario Conde guitarra, Mauro Martins na bateria, entre outros convidados de prestígio que partilharam a sua capacidade de «swing», com Raul de Souza. Uma turnê internacional irá acompanhar o lançamento do o novo álbum distribuído pela Rue Stendhal.

 

FABIO TORRES - De Cara Pro Sol

Fábio Torres mostra seu amadurecimento técnico e estético como instrumentista, além do seu lado arranjador em faixas com formação camerística que incluem cello, flauta, clarinete, violão e contrabaixo acústico. Influências européias, americanas e da preciosa música brasileira estão entre melodias e ritmos que certamente agradecem a inspiração de Jobim, Guinga, Egberto Gismonti, Hermeto Paschoal, Pixinguinha, Elis Regina e tantos outros que construíram uma das mais ricas músicas populares do planeta. Num momento em que o país parece enfrentar uma crise de autoestima, nada como afirmar a beleza da arte que resume a alma brasileira.

  1. Valsa de Cora                          

  2. Paquito                                              

  3. De Cara Pro Sol                           

  4. A Menina que Comia Música    

  5  Venezuelana Nº2                         

  6 Passeio                                             

  7 Volta e Meia                                   

  8 Caroline                                             

  9 Estudo Nº1                                         

 10 Pra Esquecer das Coisas Úteis

 11 Estudo Nº2  

Todas as composições de Fábio Torres, exceto faixa 10 “PRA ESQUECER DAS COISAS ÚTEIS”: Fábio Torres e Giana Viscardi. 

Fábio Torres - piano 
Heloísa Torres – violoncelo 
Marcus Teixeira – violão e guitarra 
Paulo Paulelli – contrabaixo 
Rodrigo Y Castro – flauta transversal

 

RAFAEL BECK & RAFAEL SCHIMIDT - Interpretam Altamiro Carrilho

 

RICARDOHERZ TRIO " aqui é o meu lá"

O título do disco Aqui é o meu lá é o nome de uma canção em parceria com o Ricardo Teté, super músico, compositor e amigo de longa data. A canção não entrou no disco, mas o conceito ficou. O “Lá” é tanto o lugar  como a nota lá, que dá a referência e base da afinação dos instrumentos musicais. Este disco marca a minha volta definitiva ao Brasil após 10 anos entre idas e vindas ao exterior. A sonoridade do trabalho é dada pelo meu trio, com o Pedro Ito e o Michi Ruzitchka, com quem venho trabalhando há tempo. Devo muito a eles, pela dedicação e por comprarem essa briga comigo. A direção de gravação e os toques musicais do Benjamim Taubkin também somaram muito,  assim como as super participações especiais!

 

TECO CARDOSO E TIAGO COSTA - "Erudito Popular e Vice-Versa"

Teco Cardoso e Tiago Costa lançam o CD "Erudito Popular… e Vice-Versa". O multi-instrumentista Teco Cardoso e o pianista Tiago Costa neste projeto em duo apresentam repertório baseado em obras de compositores que vão de Villa-Lobos ao compositor de trilhas de cinema John Williams, passando por Léa Freire e Ernesto Nazareth. Tocam também algumas composições autorais, sempre buscando a beleza do diálogo entre o erudito e o popular.

 

EDUARDO NEVES e ROGÉRIO CAETANO - COSMOPOLITA

Considerado um dos mais importantes saxofonistas e flautistas da atualidade, Eduardo Neves se uniu  ao músico e amigo Rogério Cardoso, reconhecido por seu talento no violão de sete cordas, no projeto “Cosmopolita”.
O álbum mistura ritmos e mostra transição entre o popular e o erudito. O resultado chama atenção por contemplar a cultura brasileira, e misturá-la a outras, como a francesa, por exemplo.
A mixagem de estilos é exaltada pelo compositor Edino Krieger que avalia o trabalho como essencial, já que carrega, como ele afirma no encarte do disco, “a essência da música de câmara e, também, elementos fundamentais da música brasileira”.
“Cosmopolita” une instrumentos de sopro e o violão sete cordas, e apresenta um passeio entre o jazz e o choro, com elementos do frevo, samba e também da bossa nova.
O novo disco é composto por oito canções inéditas e três regravações, entre elas, “Meu mundo” e “Um chorinho em Cochabamba”, composição assinada pela dupla. Entre as inéditas, destacam-se as canções “Valsa D’Yamandu” e “Mes Amis de Paris”.
“Pensamos nas músicas que ficaram melhores na flauta e no violão”, conta Rogério. O músico enaltece a novidade do trabalho, que inova ao trazer o violão de sete cordas como solista e acompanhador. “É uma forma nova de se explorar o instrumento”

 

 

DANILO MORAES

Danilo Moraes, cantor, compositor e guitarrista, nascido em São Paulo, foi o 2º Colocado no Prêmio Visa – Edição Compositores, em 2006. Já atuou como violonista, guitarrista e backing-vocal com diversos artistas como Chico César, Ná Ozzetti, Miriam Maria, Premê, Wandi Doratiotto, seu pai, com quem produziu o disco “Pronto”, Mário Manga, Ceumar, Inácio Zatz, Celso Sim, entre outros.

Lançou seu primeiro disco solo em 2003 e foi selecionado para o projeto Rumos do Itaú Cultural e para o Prêmio TIM. Com a banda Banguela, Danilo apresentou-se durante vários anos nas casas de forró de São Paulo e lançou em 2004 o disco “Na Pista”.

No início da carreira, desenvolveu trabalho em parceria com Chico Salem (guitarrista da banda de Arnaldo Antunes), fazendo diversos shows em casas noturnas paulistanas. Os dois venceram o Festival Inter Escolas de Música, da casa de shows Tom Brasil, em 1996, interpretando a canção Lamento Cego, do repertório de Jackson do Pandeiro.

Compôs junto com Ricardo Teté e Rodrigo Castilho, o xote Beijo Roubado, que em 2000 foi gravado pelo grupo Rastapé tornando-se um grande sucesso em todo o país. É também compositor da música Micróbio, da trilha do seriado infanto-juvenil Ilha Rá-Tim-Bum, da TV Cultura (2002). Compôs junto com a cantora e compositora Céu a canção Mais um Lamento, gravada em seu CD de estréia Céu em 2005.

Em 2004, Danilo mudou-se para França onde apresentou-se em casas de shows em Paris e em outras cidades da Europa. No ano seguinte, ainda na França, gravou o CD 51 em parceria com Ricardo Teté. O CD, lançado pelo selo Madioko em 2005 no mercado francês, incluía a canção Contabilidade, que se tornou a grande vencedora do Festival da TV Cultura no mesmo ano. Como resultado do prêmio, a dupla gravou o CD A Torcida Grita, lançado no início de 2007.

 

Iniciou o projeto com os Criados Mudos (Guilherme Kastrup e Zé Nigro) em 2009, que resultou no CD Danilo Moraes e os Criados Mudos, com lançamento em 2011. Paralelamente, desenvolve projetos que se integram com outras artes como  Tudo a Declarar e Vida Rouca, com Wandi Doratiotto (peças musicais humorísticas. A primeira com músicas autorais e histórias do cotidiano brasileiro e a segunda em homenagem ao centenário de nascimento de Adoniran Barbosa), Orquestra Visual Chawarma (cinema e música) e trilhas sonoras para filmes e documentários.

 

 

 

 
CLEBER ALMEIDA SEPTETO - Música de Baterista

Cleber Almeida Septeto – Música de Baterista Disco de teor “artístico construtivo” possibilita aos ouvintes uma viagem pelos ritmos brasileiros, através das composições do músico. O músico Cleber Almeida é um defensor ferrenho dos ritmos que moldam a música brasileira. Integrante do Trio Curupira, da Banda Mantiqueira e do Trio Macaíba, o artista acompanha Antônio Nóbrega, Heraldo do Monte e Toninho Ferragutti e traz em seu currículo apresentações ao lado de grandes nomes da música, como Hermeto Pascoal, Natan Marques, Hamilton de Holanda, Renato Teixeira e muitos outros. Cleber traz em sua bagagem musical as mais diversas influências culturais, mas a mistura de ritmos, a alternância de compassos e as mudanças rítmicas e harmônicas são privilégios de seu primeiro álbum autoral, “Música de Baterista”, que está sendo lançado nos formatos digital, CD e LP. A busca pela sonoridade latente nas manifestações populares brasileiras, por meio dos arranjos, do tratamento dos timbres e dos efeitos sonoros, pode ser apreciada ao longo das 10 faixas do novo trabalho. De maneira espontânea e madura, o septeto cria um “caldeirão de ritmos” onde a valsa, o samba, a toada, o forró e os sons híbridos do maracatu e do jazz ganham destaque e lembram os combos gravados nas décadas de 60 e 70. No palco, Cleber (bateria), Fábio Leal (guitarra), Bruno Pereira (trombone), Felipe Brisola (baixo), Beto Corrêa (piano e acordeom), Diego Garbin (trompete) e César Roversi (saxofone) tocam as músicas do disco. “Samba da Peleja”, “Livre”, “Vó Landa e Vó Cema”, “Crocheteira” e “Linha Nigra” são algumas das composições que serão executadas no show de lançamento que já circulou por Sorocaba, Tautí e Socorro. O álbum e os shows de lançamento foram viabilizados por meio do ProacSP, do Governo do Estado de São Paulo

 

Samuel Quinto Trio - Salsa `N Jazz

 

DVD Samuel Quinto - Latin Jazz Piano Solo

 

Trio Corrente - Vol. 3
Após a conquista do Grammy Latino e Americano, com o álbum Song For Maura, em 2014 e as turnês com Paquito D’Rivera, o Trio Corrente lança Volume 3, seu novo álbum que amadurece a estética musical e leva o grupo a vários países do mundo.  Trio Corrente prossegue em seus caminhos repletos de desafios e segue o desafio de conquistar desde o mais exigente dos músicos até o mais leigo dos ouvintes. A maioria das composições do CD são de artistas consagrados como Jobim e Pixinguinha, passando por Djavan, Caymmi e Chico Buarque. Além dos clássicos, o grupo apresenta composições autorais dos três integrantes: Edu Ribeiro faz uma homenagem póstuma a sua mãe na lírica Nívea, Paulelli mantém o clima na sentimental Nordeste Romântico e desfila seu experimentalismo rítmico em Samba de Retalhos, enquanto Fábio Torres assina Samba do Ribeiro, um “desafio” ao baterista Edu Ribeiro. Paulelli, Torres e Ribeiro não abriram mão da complexidade técnica, mas muitas vezes uma frase virtuosística cede espaço para um bela melodia. O tempo trouxe mais sincronia ao grupo e é perceptivel ao ouvir a interpretação de “É doce morrer no Mar” de Dorival Caymmi, ” A Rã” de João Donato. Interpretações singulares, únicas, para apreciadores na busca de qualidade sonora e refinamento.

 

PROJETO ESTRADA REAL - ERIK SALLES

 

CD INCONSTANTA - RAFA CLARIM

 

CD "SANTO BOM" - LÉO VERSOLATO

Léo Versolato, 26 anos, cantor e compositor, seu primeiro disco autoral, com produção musical de Pedro Baldanza, experiente contrabaixista que já tocou com grandes artistas da MPB como Elis Regina, Sá & Guarabira entre outros.
Nascido em São Paulo, o compositor teve contato com a linguagem musical em seu cotidiano desde os cinco anos de idade. Na infância e adolescência estudou piano em conservatórios musicais e aulas particulares com professores renomados do meio artístico de São Paulo. Beethoven, Mozart, Chopin, Debussy, Wagner, Fauré e outros compositores da escola ocidental erudita se tornaram muitas das influências melódico-harmônicas em suas composições.
Estudou também violão popular, o que lhe proporcionou conhecer e ter influências de compositores da música popular brasileira como Tom Jobim, Ivan Lins, Djavan, Milton Nascimento e todos os mineiros do Clube da Esquina, além dos Beatles, sua banda predileta.
Em 2005, ao prestar concurso para a ULM (Universidade Livre de Música/Centro de Estudos Musicais Tom Jobim), elegeu como instrumento principal o contrabaixo. Lá, teve a oportunidade de aprender e desenvolver sua musicalidade além de estudar com profissionais como Celso Pixinga, Gabriel Bahlis e Mario Andreotti. O estudo o levou a integrar a Orquestra Jovem Tom Jobim, dirigida pelo maestro e saxofonista Roberto Sion. Entrou no curso de composição e regência na Faculdade de Música Santa Marcelina e atualmente trabalha como produtor musical. Léo Versolato é uma boa e nova promessa para a música brasileira no cenário musical.
Faixas: 1. Santo Bom / 2. Voador / 3. Reduto de Farol / 4. Estação Paraíso / 5. Canto de Rei / 6. Lugar Azul / 7. Carrossel / 8. Sereia / 9. Claridade / 10. Navegante / 11. De casa / 12. O Vento e a Flor.
MAIS INFORMAÇÕES
Rodolfo Zanke
Gravadora Kuarup
Endereço: Rua Alves Guimarães, 309
Pinheiros – São Paulo – CEP: 05410-000
Telefone: (11) 2389-8920 e (11) 99136-0577

 

 

CD VELHA AMIZADE - NAILOR PROVETA e ALESSANDRO PANEZZI

O projeto visa principalmente concretizar a ideia de transformar uma "Velha Amizade" em um CD de música instrumental.
Os exímios músicos Alessandro Penezzi e Nailor Proveta - que dispensam apresentações devido às suas gigantescas contribuições para a cena da música instrumental brasileira - se reuniram em prol desse projeto, que tem como principal objetivo viabilizar a execução desse CD tão bonito. Amigos e parceiros de som de longa data, Penezzi e Proveta foram incentivados pelo amigo e produtor Capucho, que tomou frente para arrecadar fundos e concretizar esse antigo sonho

 

CD Muacy - Trio 3-63

Trabalho maravilhoso do Trio 3-63 formado pelos músicos Andrea Ernest Dias, Marcos Suzano e Paulo Braga, o CD contendo 10 músicas composições de Moacir Santos, Radamés Gnattali, Paulo Braga e Carlos Negreiros, com participações especiais  de Teco Cardoso, Lui Coimbra e Carlos Negreiros. Trabalho intimista  que nos traz um Moacir Santos pulsando muito perto de nossos corações, outro ponto muito interessante é a gravação de três músicas inéditas as faixas 2, 4 e 9.

 

Alma de Músico

Em 2014 lançou o 5 o disco da carreira solo, “Alma de Músico”, acompanhado por Fábio Peron (bandolim) e Mestrinho (acordeon), interpretando canções próprias e releituras de choro. O trabalho trás uma sonoridade brasileira alegre, com muita sensibilidade e virtuosismo. Feito por três músicos, apaixonados por seus instrumentos, que se entregam para a música quando tocam. Esse trabalho mistura homogeneamente o moderno e o regional, traduzindo para todos, com muita clareza, a autenticidade do modo de tocar de cada um. Thiago encontrou, nesse ponto da carreira, uma forma mágica de realmente se entregar para a música e fazer de si, um instrumento dela (a Sra. Música).

 

 

IMYRA, TAYRA, IPY, TAIGUARA COM DIREÇÃO DE WAGNER TISO, DISCO CENSURADO DE TAIGUARA GANHA FINALMENTE SHOW DE LANÇAMENTO.

Censurado pela ditadura militar logo que foi lançado, em 1976, o disco imyra, tayra, ipy, de Taiguara, nunca teve um show de lançamento. Recentemente reeditado em CD, o álbum ganha finalmente vida sobre o palco por meio dos músicos que o registraram em estúdio, como Wagner Tiso, Toninho Horta, Jaques Morelenbaum, Nivaldo Ornellas e Novelli.

Há quem só associe o nome de Taiguara (1945-1996) a suas baladas e canções de sucesso dos anos 1970 em diante, como HojeUniverso no Teu CorpoTeu Sonho Não AcabouQue as Crianças Cantem Livres e Viagem. Mas Taiguara Chalar da Silva, filho do bandoneonista Ubirajara e da cantora de tangos Olga, tem uma trajetória bem mais densa.

Uruguaio, naturalizado brasileiro, criado entre o Rio e São Paulo, ele debutou na bossa paulista em 1964 apadrinhado pelas cantoras Alaíde Costa e Claudette Soares e seu disco de estreia, com arranjos de Luis Chaves, do Zimbo Trio, trazia elogios enfáticos de Edu Lobo e Luiz Eça. 
Neste precioso vinil de 1976, gravado na volta do exílio londrino, em que no título, ele investiga o universo indígena do próprio nome - “Imyra (árvore, madeira, pão), Tayra (filho), Ipy (cabeça de geração, princípio, origem), Taiguara” (foro, livre, senhor de si) – é possível medir a multiplicidade de seu talento. Cercado de ases como Hermeto Pascoal (arranjos, flautas), Wagner Tiso (regência), Jaques Morelenbaum (cello), Toninho Horta (violão), Nivaldo Ornellas (sax, flauta), Novelli (baixo) e naipes de sopros e cordas (68 músicos ao todo), Taiguara mergulha no experimentalismo, sem abrir mão da artesania
melódica. 
Dribla a censura da ditadura (teve 44 músicas vetadas; as deste disco seguiram em nome de Geisa, sua mulher na época) em temas engajados como 
Terra das Palmeiras(“a minha amada amordaçada/ de amor forçado a se calar”), Situação (“não adianta não/ a situação já está fora de suas mãos”), Primeira Bateria (“liberdade/ quero até morrer por você”). Pianice, vinheta de abertura, vem de uma peça sinfônica apresentada no curso feito em Londres, na Guildhall School. 
Público (“eles querem lotar o Maracanã/ e precisam de mim, lá vou eu”) ironiza sua fase de ganhador de festivais, assim como Aquarela de um País dialoga com a célebreAquarela do Brasil, de Ary Barroso. Se Três Pontas (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos) o vincula ao Clube da Esquina, de boa parte dos músicos da gravação, Samba das Cinco escancara sua formação carioca. 
O universo poético sonoro do enredo abre-se ainda aos vetores indígena (
A Volta do Pássaro AmeríndioSete Cenas de Ymira), afro (LuandaVioleta Africana) e ibérico (Como em Guernica) de nossa formação miscigenada, da qual Taiguara torna-se neste disco, mais que nunca, intenso porta-voz e arauto. 
Com Wagner Tiso (direção musical e piano), Toninho Horta (violão e guitarra), Jaques Morelenbaum (cello), Nivaldo Ornelas (sax e flauta), Novelli (baixo), Zé Eduardo Nazário (bateria e percussão) e convidados especiais.

 

 

CD SUDESTE - Nenê Trio

Completando 50 anos de carreira em 2012, o baterista Nenê lança disco com seu trio e celebra uma das carreiras mais inventivas e originais da música brasileira..."A interação e coesão desse trio são resultados da combinação de excelência musical com uma sintonia artística adquirida através de uma longa e produtiva associação. Írio, o mais recente integrante do grupo, traz um senso melódico aliado com uma intensa energia criativa. Alberto, grande baixista, “braço de ferro”, é a “cola” que liga as energias dos colegas em uma unidade coerente. E Nenê: baterista, compositor e pianista de profundo conhecimento da música brasileira, um espírito criativo que constantemente reinterpreta e renova a tradição rítmica.

 

CD UNA - ZÉLI SILVA Convida
Considerado um dos destaques na cena instrumental brasileira, Zéli Silva tem sido responsável por colocar o Baixo na condição de solista, tirando-o da posição de mero acompanhante. Com três CDs na bagagem 2002/2006/2010, em parceria com o saxofonista Vitor Alcântara. Integrou o grupo Terra Brasil, com o qual lançou cinco discos, acompanhou artistas como Badi Assad, Leny Andrade, Cida Moreira, MPB-4, Edgar Scandurra, Nuno Mindelis e Rosa Passos. Atua como professor de matérias lifgadas à música nas faculdades paulistas FAAM(FMU) e Santa Marcelina (FASM).
Zéli Silva acredita tanto no ditado de que a ‘união faz a força’ que resolveu batizar seu quarto disco de Uma. A ideia foi reunir músicos com afinidades e a partir daí criar um trabalho conjugando diferentes gerações e sotaques sonoros. O resultado é um bloco de 11 músicas, sendo dez de autoria de Zéli e uma regravação de Jango de Compadre, de Guinga, Simone Guimarães e Aldir Blanc.
Zéli Silva (baixo acústico e elétrico), a banda base do álbum tem Moisés Alves (piano), Edu Ribeiro (bateria), Vitor Alcântara (sopros) e Fernando Corrêa (guitarra) e os paulistas Léa Freire, Da Do, Chico Pinheiro, Arismar do Espírito Santo e o acreano João Donato e mais o potiguar Lulinha Alencar.
As músicas do disco têm títulos como Semeado (ijexá), Campo de Casa (chacareira), Samba com Sorte e Esperta (marcha samba), Simplificando, única faixa com letra, cantada por Tatiana Parra, é uma homenagem ao pianista João Donato. Arismeira, dedicada ao multi-instrumentista Arismar do Espírito Santo, tem ao próprio no violão. Tenho uma afinidade musical e grande admiração pelos dois. Para mim, eles representam o que há de mais rico em nossa música e ao mesmo tempo, aquilo que vai direto ao coração.
Ficha Técnica:
Artista – Zéli Silva
Título – Una
Preço – R$ 24,00

 

 

CD ZANZEANDO - DA DO

No dicionário, ‘zanzando’  vem de zanzar, que é uma gíria da língua portuguesa para a palavra girar, que significa andar de um lado para o outro. Foi pensando assim que ele batizou seu quinto disco. A ideia foi traduzir em música suas andanças, seu ‘zanzar por aí’, em todos os sentidos

Da Do é apelido artístico desse paulista que começo muito cedo na música. Aos três anos já fazia aulas de piano com Eunice Katunda. Mais tarde veio a flauta transversal e o saxofone e, por este último, foi estudar na Manhattan School of Music (nova York), entre 1998 e 2003. Nos Estados Unidos tocou com vários músico entre eles o lendário pianista brasileiro Dom Salvador, além de estrelas do jazz latino Hilton Ruiz e Bobby Sanabria. No Brasil, além de seus próprios trabalhos, Da Do tem tocado com grandes músicos como Eduardo Gudin, Paulinho da Viola, Wilson das Neves, Carlos Lyra e João Donato.
A formação da banda, além de Da Do que toca sax, flauta e clarinete, tem Silvia Goes (piano),  Zéli Silva (baixo acústico), João Parayba (bateria e timba), Marcos Esguleba (percussão).
O repertório é variado ritmicamente, uma das características da música de Da Do. Há desde bossa nova combinada a um maracatu (Planejando as férias), até um choro com influência de Radames Gnattali (Voltando Pra Casa), que é dedicado a Dom Salvador. Mas também um ‘fox-choro’  que vira xote (Passeando) e samba-jazz (Bem-vindo ao Brasil!), esta uma homenagem ao grande baterista Hélcio Milito (1931-2014), do Tamba Trio. As música Sofrer e Eterno contam com uma orquestra de corda de cordas arregimentada pelo violinista Daniel Guedes e arranjada por Leandro Braga.
Artista – Da Do
Título – Zanzeando

 Preço – R$ 20,00

 

 

CD TRÊS PONTOS

 Tês Pontos CD de música Instrumental Brasileira, trio formado pelos músicos Dô de Carvalho – saxofone, João Casimiro – bateria e Sidney Filho – baixo, com participações especiais de André Marques – piano e Fabio Leal – guitarra.

O CD composto de nove músicas sendo oito de autoria dos músicos do grupo e faixa 6 de André

Marques: 1- SP1 / 2- SP2 / 3- Choro Nº 7 / 4- 7 de Julho Com Minha Mãe / 5- Palavras Para O Meu Amor / 6- E Tudo começou Com Um Cururu / 7- Frebossa / 8- A Volta / 9- Em Pratos Limpos

Quem ouve um concerto para flauta solo de algum compositor erudito sabe que uma boa melodia

indica a harmonia e o ritmo para um bom ouvinte. Imagine sax, baixo e bateria? Trio Três pontos!

 

 

CD ANTONIO ADOLFO - Rio, Choro,Jazz...

Antonio Adolfo homenageia Ernesto Nazareth no CD Rio, Choro, Jazz...
Lançamento acontece no momento em que as partituras de Nazareth se tornam patrimônio cultural da humanidade, integrando a categoria Memória do Mundo, da UNESCO.
O que os choros de Ernesto Nazareth (1863-1934) podem ter em comum com o jazz? Para Antonio Adolfo, muito, o que ele comprovba com o CD Rio, Choro, Jazz..., lançamento no Brasil e Exterior, pelo selo AAM (www.aammusic.com).
Ernesto Nazareth já teve sua obra abordade em diversos formatos e pela primeira vez recebe uma leitura jazzística. Adolfo buscou inspiração no tempo em que tocava no lendário Beco das Garrafas, no Rio de Janeiro, nos anos 60.
Antonio Adolfo compositor de clássicos como Sá Marina, Teletema, Juliana, entre outros, é pioneiro na produção independente no Brasil. Ainda na década de 70 rompeu com as grandes gravadoras e lançou seu selo Artezanal com o histórico álbum Feito em Casa. É fundador do Centro Musical Antonio Adolfo, tradicional escola de música no Rio que, em mais de 25 anos já formou grandes nomes e também autor de vários livros de música. Em cinquenta anos de carreira Adolfo teve músicas gravadas por Elis Regina, Emílio Santiago, Wilson Simonal, Angela Ro Ro, Sérgio Mandes, Dionne Warwick, Herb Alpert e Stevie Wonder.
O jazz brasileiríssimo de Antonio Adolfo tem encontrado um público interessado no Exterior, rendendo prêmios e participações em importantes festivais de todo o mundo.
Gravado e mixado entre Brasil e Estados Unidos, o disco traz nove músicas de Nazareth, entre elas Não Caio Noutra, Tenebroso, Coração Que Sente e de quebra, há uma composição de Antonio Adolfo para o homenageado, Rio, Choro e Jazz...
Antonio Adolfo (piano), Claudio Spiewak (guitarra), Jorge Helder (baixo), Marcelo Martins (sax e flauta), Rafael Barata (bateria).
Faixas: 1- Rio, Choro, Jazz... 2- Feitiço 3- Brejeiro 4- Fon-Fon 5- Tenebroso 6- Não Caio Noutra 7- Coração Que Sente 8- Cuéra 9- Nenê 10- Odeon
Ficha Técnica:

Artista – Antonio Adolfo

Título – Rio, Choro, Jazz

Preço – R$ 32,90

Distribuição Sala de Som Records (www.saladesom.com.br) – (21) 2285-6318