VINÍCIUS GOMES

CD "Resiliência"

Esse é o primeiro disco inteiramente autoral de Vinícius Gomes, e conta com a participação de Edu Ribeiro (bateria), Rodrigo Ursaia (saxofone), Bruno Migotto (contrabaixo) e Gustavo Bugni (piano), além da participação especial do baterista Daniel de Paula, do trompetista Rubinho Antunes e de quarteto de cordas. O disco saiu pelo selo Blaxtream,  idealizada por Thiago Monteiro, que vem com várias propostas inovadoras de veiculação de musica instrumental.

 

LUIZ WAACK

CD "Abra Os Caminhos" 

O Cd "Abra os Caminhos" apresenta ao público onze composições instrumentais inéditas do guitarrista, instrumentista de cordas e produtor musical Luiz Waack. Contém temas compostos nestes últimos trinta anos em que atuou em gravações e shows com os mais variados artistas e em variados estilos , em uma produção que reune diferentes influências que acabaram por nortear o seu estilo próprio de compor e tocar.

FAIXAS:

1.Abra os Caminhos

2.Agente 86

3.Agora Sim

4.Chove Em Hong Kong

5.Não Vai Batizar

6.Nina

7.Sabes Que Sim

8.Caminho A Copacabana

9.Um Sinal

10.What A Wonderfull Louis

11.Pra Sempre

 

 

DANIEL DIAS

CD "Rebentação"

 “Rebentação” é o título do CD do cantor e violonista Daniel Dias que conta com a participação de Walmir Gil no flugelhorn, e Toninho Horta na guitarra e voz.O músico apresentará seu primeiro disco em que faz releituras em gêneros como jazz de canções consagradas da música popular brasileira, além de rearranjos de músicas internacionais. Natural de Jaguariúna, interior de São Paulo, Daniel Dias começou a tocar violão ainda criança, aos 8 anos. Aos 11 já executava com intimidade parte importante do repertório da Bossa Nova, como “Corcovado”, “O Barquinho” e “Preciso Aprender a Ser Só”, o que já mostrava sua sensibilidade harmônica. Aos 13 anos conheceu Toninho Horta, de quem se tornou grande admirador e, com o passar dos anos, profundo conhecedor de sua obra, fazendo desse músico mineiro, nomeado por Tom Jobim como o “Rei da harmonia”, sua principal influência.

FAIXAS:

1.     1. Manhã de Carnaval

2.     2. No Carnaval

3.    3.  Era Só Começo O Nosso Fim

4.    4.  Eu Sei Que Vou Te Amar

5.     5. É Luxo Só

6.     6. Rosa Morena

7.    7.  Stella By Starlight

8.     8. Blue In Green

9.     9. My Romance

 

RAUL DE SOUZA

CD Brazilian Samba Jazz

Raul de Souza, apresenta seu novo CD Brazilian Samba Jazz, álbum de composições autorais, uma fusão do Jazz e do Samba, corrente musical onde é um dos criadores e que interpreta a mais de 60 anos. Embora eclética, este álbum segue os cânones do gênero. Brazilian Samba Jazz, foi feito com a ajuda de uma nova gera- ção de músicos brasileiros : Leo Montana piano, Glauco Solter no baixo, Mario Conde guitarra, Mauro Martins na bateria, entre outros convidados de prestígio que partilharam a sua capacidade de «swing», com Raul de Souza. Uma turnê internacional irá acompanhar o lançamento do o novo álbum distribuído pela Rue Stendhal.

 

FABIO TORRES - De Cara Pro Sol

Fábio Torres mostra seu amadurecimento técnico e estético como instrumentista, além do seu lado arranjador em faixas com formação camerística que incluem cello, flauta, clarinete, violão e contrabaixo acústico. Influências européias, americanas e da preciosa música brasileira estão entre melodias e ritmos que certamente agradecem a inspiração de Jobim, Guinga, Egberto Gismonti, Hermeto Paschoal, Pixinguinha, Elis Regina e tantos outros que construíram uma das mais ricas músicas populares do planeta. Num momento em que o país parece enfrentar uma crise de autoestima, nada como afirmar a beleza da arte que resume a alma brasileira.

  1. Valsa de Cora                          

  2. Paquito                                              

  3. De Cara Pro Sol                           

  4. A Menina que Comia Música    

  5  Venezuelana Nº2                         

  6 Passeio                                             

  7 Volta e Meia                                   

  8 Caroline                                             

  9 Estudo Nº1                                         

 10 Pra Esquecer das Coisas Úteis

 11 Estudo Nº2  

Todas as composições de Fábio Torres, exceto faixa 10 “PRA ESQUECER DAS COISAS ÚTEIS”: Fábio Torres e Giana Viscardi. 

Fábio Torres - piano 
Heloísa Torres – violoncelo 
Marcus Teixeira – violão e guitarra 
Paulo Paulelli – contrabaixo 
Rodrigo Y Castro – flauta transversal

 

RAFAEL BECK & RAFAEL SCHIMIDT - Interpretam Altamiro Carrilho

 

RICARDOHERZ TRIO " aqui é o meu lá"

O título do disco Aqui é o meu lá é o nome de uma canção em parceria com o Ricardo Teté, super músico, compositor e amigo de longa data. A canção não entrou no disco, mas o conceito ficou. O “Lá” é tanto o lugar  como a nota lá, que dá a referência e base da afinação dos instrumentos musicais. Este disco marca a minha volta definitiva ao Brasil após 10 anos entre idas e vindas ao exterior. A sonoridade do trabalho é dada pelo meu trio, com o Pedro Ito e o Michi Ruzitchka, com quem venho trabalhando há tempo. Devo muito a eles, pela dedicação e por comprarem essa briga comigo. A direção de gravação e os toques musicais do Benjamim Taubkin também somaram muito,  assim como as super participações especiais!

 

TECO CARDOSO E TIAGO COSTA - "Erudito Popular e Vice-Versa"

Teco Cardoso e Tiago Costa lançam o CD "Erudito Popular… e Vice-Versa". O multi-instrumentista Teco Cardoso e o pianista Tiago Costa neste projeto em duo apresentam repertório baseado em obras de compositores que vão de Villa-Lobos ao compositor de trilhas de cinema John Williams, passando por Léa Freire e Ernesto Nazareth. Tocam também algumas composições autorais, sempre buscando a beleza do diálogo entre o erudito e o popular.

 

EDUARDO NEVES e ROGÉRIO CAETANO - COSMOPOLITA

Considerado um dos mais importantes saxofonistas e flautistas da atualidade, Eduardo Neves se uniu  ao músico e amigo Rogério Cardoso, reconhecido por seu talento no violão de sete cordas, no projeto “Cosmopolita”.
O álbum mistura ritmos e mostra transição entre o popular e o erudito. O resultado chama atenção por contemplar a cultura brasileira, e misturá-la a outras, como a francesa, por exemplo.
A mixagem de estilos é exaltada pelo compositor Edino Krieger que avalia o trabalho como essencial, já que carrega, como ele afirma no encarte do disco, “a essência da música de câmara e, também, elementos fundamentais da música brasileira”.
“Cosmopolita” une instrumentos de sopro e o violão sete cordas, e apresenta um passeio entre o jazz e o choro, com elementos do frevo, samba e também da bossa nova.
O novo disco é composto por oito canções inéditas e três regravações, entre elas, “Meu mundo” e “Um chorinho em Cochabamba”, composição assinada pela dupla. Entre as inéditas, destacam-se as canções “Valsa D’Yamandu” e “Mes Amis de Paris”.
“Pensamos nas músicas que ficaram melhores na flauta e no violão”, conta Rogério. O músico enaltece a novidade do trabalho, que inova ao trazer o violão de sete cordas como solista e acompanhador. “É uma forma nova de se explorar o instrumento”

 

 

DANILO MORAES

Danilo Moraes, cantor, compositor e guitarrista, nascido em São Paulo, foi o 2º Colocado no Prêmio Visa – Edição Compositores, em 2006. Já atuou como violonista, guitarrista e backing-vocal com diversos artistas como Chico César, Ná Ozzetti, Miriam Maria, Premê, Wandi Doratiotto, seu pai, com quem produziu o disco “Pronto”, Mário Manga, Ceumar, Inácio Zatz, Celso Sim, entre outros.

Lançou seu primeiro disco solo em 2003 e foi selecionado para o projeto Rumos do Itaú Cultural e para o Prêmio TIM. Com a banda Banguela, Danilo apresentou-se durante vários anos nas casas de forró de São Paulo e lançou em 2004 o disco “Na Pista”.

No início da carreira, desenvolveu trabalho em parceria com Chico Salem (guitarrista da banda de Arnaldo Antunes), fazendo diversos shows em casas noturnas paulistanas. Os dois venceram o Festival Inter Escolas de Música, da casa de shows Tom Brasil, em 1996, interpretando a canção Lamento Cego, do repertório de Jackson do Pandeiro.

Compôs junto com Ricardo Teté e Rodrigo Castilho, o xote Beijo Roubado, que em 2000 foi gravado pelo grupo Rastapé tornando-se um grande sucesso em todo o país. É também compositor da música Micróbio, da trilha do seriado infanto-juvenil Ilha Rá-Tim-Bum, da TV Cultura (2002). Compôs junto com a cantora e compositora Céu a canção Mais um Lamento, gravada em seu CD de estréia Céu em 2005.

Em 2004, Danilo mudou-se para França onde apresentou-se em casas de shows em Paris e em outras cidades da Europa. No ano seguinte, ainda na França, gravou o CD 51 em parceria com Ricardo Teté. O CD, lançado pelo selo Madioko em 2005 no mercado francês, incluía a canção Contabilidade, que se tornou a grande vencedora do Festival da TV Cultura no mesmo ano. Como resultado do prêmio, a dupla gravou o CD A Torcida Grita, lançado no início de 2007.

 

Iniciou o projeto com os Criados Mudos (Guilherme Kastrup e Zé Nigro) em 2009, que resultou no CD Danilo Moraes e os Criados Mudos, com lançamento em 2011. Paralelamente, desenvolve projetos que se integram com outras artes como  Tudo a Declarar e Vida Rouca, com Wandi Doratiotto (peças musicais humorísticas. A primeira com músicas autorais e histórias do cotidiano brasileiro e a segunda em homenagem ao centenário de nascimento de Adoniran Barbosa), Orquestra Visual Chawarma (cinema e música) e trilhas sonoras para filmes e documentários.

 

 

 

 
CLEBER ALMEIDA SEPTETO - Música de Baterista

Cleber Almeida Septeto – Música de Baterista Disco de teor “artístico construtivo” possibilita aos ouvintes uma viagem pelos ritmos brasileiros, através das composições do músico. O músico Cleber Almeida é um defensor ferrenho dos ritmos que moldam a música brasileira. Integrante do Trio Curupira, da Banda Mantiqueira e do Trio Macaíba, o artista acompanha Antônio Nóbrega, Heraldo do Monte e Toninho Ferragutti e traz em seu currículo apresentações ao lado de grandes nomes da música, como Hermeto Pascoal, Natan Marques, Hamilton de Holanda, Renato Teixeira e muitos outros. Cleber traz em sua bagagem musical as mais diversas influências culturais, mas a mistura de ritmos, a alternância de compassos e as mudanças rítmicas e harmônicas são privilégios de seu primeiro álbum autoral, “Música de Baterista”, que está sendo lançado nos formatos digital, CD e LP. A busca pela sonoridade latente nas manifestações populares brasileiras, por meio dos arranjos, do tratamento dos timbres e dos efeitos sonoros, pode ser apreciada ao longo das 10 faixas do novo trabalho. De maneira espontânea e madura, o septeto cria um “caldeirão de ritmos” onde a valsa, o samba, a toada, o forró e os sons híbridos do maracatu e do jazz ganham destaque e lembram os combos gravados nas décadas de 60 e 70. No palco, Cleber (bateria), Fábio Leal (guitarra), Bruno Pereira (trombone), Felipe Brisola (baixo), Beto Corrêa (piano e acordeom), Diego Garbin (trompete) e César Roversi (saxofone) tocam as músicas do disco. “Samba da Peleja”, “Livre”, “Vó Landa e Vó Cema”, “Crocheteira” e “Linha Nigra” são algumas das composições que serão executadas no show de lançamento que já circulou por Sorocaba, Tautí e Socorro. O álbum e os shows de lançamento foram viabilizados por meio do ProacSP, do Governo do Estado de São Paulo

 

Samuel Quinto Trio - Salsa `N Jazz

 

DVD Samuel Quinto - Latin Jazz Piano Solo

 

Trio Corrente - Vol. 3
Após a conquista do Grammy Latino e Americano, com o álbum Song For Maura, em 2014 e as turnês com Paquito D’Rivera, o Trio Corrente lança Volume 3, seu novo álbum que amadurece a estética musical e leva o grupo a vários países do mundo.  Trio Corrente prossegue em seus caminhos repletos de desafios e segue o desafio de conquistar desde o mais exigente dos músicos até o mais leigo dos ouvintes. A maioria das composições do CD são de artistas consagrados como Jobim e Pixinguinha, passando por Djavan, Caymmi e Chico Buarque. Além dos clássicos, o grupo apresenta composições autorais dos três integrantes: Edu Ribeiro faz uma homenagem póstuma a sua mãe na lírica Nívea, Paulelli mantém o clima na sentimental Nordeste Romântico e desfila seu experimentalismo rítmico em Samba de Retalhos, enquanto Fábio Torres assina Samba do Ribeiro, um “desafio” ao baterista Edu Ribeiro. Paulelli, Torres e Ribeiro não abriram mão da complexidade técnica, mas muitas vezes uma frase virtuosística cede espaço para um bela melodia. O tempo trouxe mais sincronia ao grupo e é perceptivel ao ouvir a interpretação de “É doce morrer no Mar” de Dorival Caymmi, ” A Rã” de João Donato. Interpretações singulares, únicas, para apreciadores na busca de qualidade sonora e refinamento.

 

PROJETO ESTRADA REAL - ERIK SALLES

 

CD INCONSTANTA - RAFA CLARIM

 

CD "SANTO BOM" - LÉO VERSOLATO

Léo Versolato, 26 anos, cantor e compositor, seu primeiro disco autoral, com produção musical de Pedro Baldanza, experiente contrabaixista que já tocou com grandes artistas da MPB como Elis Regina, Sá & Guarabira entre outros.
Nascido em São Paulo, o compositor teve contato com a linguagem musical em seu cotidiano desde os cinco anos de idade. Na infância e adolescência estudou piano em conservatórios musicais e aulas particulares com professores renomados do meio artístico de São Paulo. Beethoven, Mozart, Chopin, Debussy, Wagner, Fauré e outros compositores da escola ocidental erudita se tornaram muitas das influências melódico-harmônicas em suas composições.
Estudou também violão popular, o que lhe proporcionou conhecer e ter influências de compositores da música popular brasileira como Tom Jobim, Ivan Lins, Djavan, Milton Nascimento e todos os mineiros do Clube da Esquina, além dos Beatles, sua banda predileta.
Em 2005, ao prestar concurso para a ULM (Universidade Livre de Música/Centro de Estudos Musicais Tom Jobim), elegeu como instrumento principal o contrabaixo. Lá, teve a oportunidade de aprender e desenvolver sua musicalidade além de estudar com profissionais como Celso Pixinga, Gabriel Bahlis e Mario Andreotti. O estudo o levou a integrar a Orquestra Jovem Tom Jobim, dirigida pelo maestro e saxofonista Roberto Sion. Entrou no curso de composição e regência na Faculdade de Música Santa Marcelina e atualmente trabalha como produtor musical. Léo Versolato é uma boa e nova promessa para a música brasileira no cenário musical.
Faixas: 1. Santo Bom / 2. Voador / 3. Reduto de Farol / 4. Estação Paraíso / 5. Canto de Rei / 6. Lugar Azul / 7. Carrossel / 8. Sereia / 9. Claridade / 10. Navegante / 11. De casa / 12. O Vento e a Flor.
MAIS INFORMAÇÕES
Rodolfo Zanke
Gravadora Kuarup
Endereço: Rua Alves Guimarães, 309
Pinheiros – São Paulo – CEP: 05410-000
Telefone: (11) 2389-8920 e (11) 99136-0577

 

 

CD VELHA AMIZADE - NAILOR PROVETA e ALESSANDRO PANEZZI

O projeto visa principalmente concretizar a ideia de transformar uma "Velha Amizade" em um CD de música instrumental.
Os exímios músicos Alessandro Penezzi e Nailor Proveta - que dispensam apresentações devido às suas gigantescas contribuições para a cena da música instrumental brasileira - se reuniram em prol desse projeto, que tem como principal objetivo viabilizar a execução desse CD tão bonito. Amigos e parceiros de som de longa data, Penezzi e Proveta foram incentivados pelo amigo e produtor Capucho, que tomou frente para arrecadar fundos e concretizar esse antigo sonho

 

CD Muacy - Trio 3-63

Trabalho maravilhoso do Trio 3-63 formado pelos músicos Andrea Ernest Dias, Marcos Suzano e Paulo Braga, o CD contendo 10 músicas composições de Moacir Santos, Radamés Gnattali, Paulo Braga e Carlos Negreiros, com participações especiais  de Teco Cardoso, Lui Coimbra e Carlos Negreiros. Trabalho intimista  que nos traz um Moacir Santos pulsando muito perto de nossos corações, outro ponto muito interessante é a gravação de três músicas inéditas as faixas 2, 4 e 9.

 

Alma de Músico

Em 2014 lançou o 5 o disco da carreira solo, “Alma de Músico”, acompanhado por Fábio Peron (bandolim) e Mestrinho (acordeon), interpretando canções próprias e releituras de choro. O trabalho trás uma sonoridade brasileira alegre, com muita sensibilidade e virtuosismo. Feito por três músicos, apaixonados por seus instrumentos, que se entregam para a música quando tocam. Esse trabalho mistura homogeneamente o moderno e o regional, traduzindo para todos, com muita clareza, a autenticidade do modo de tocar de cada um. Thiago encontrou, nesse ponto da carreira, uma forma mágica de realmente se entregar para a música e fazer de si, um instrumento dela (a Sra. Música).

 

 

IMYRA, TAYRA, IPY, TAIGUARA COM DIREÇÃO DE WAGNER TISO, DISCO CENSURADO DE TAIGUARA GANHA FINALMENTE SHOW DE LANÇAMENTO.

Censurado pela ditadura militar logo que foi lançado, em 1976, o disco imyra, tayra, ipy, de Taiguara, nunca teve um show de lançamento. Recentemente reeditado em CD, o álbum ganha finalmente vida sobre o palco por meio dos músicos que o registraram em estúdio, como Wagner Tiso, Toninho Horta, Jaques Morelenbaum, Nivaldo Ornellas e Novelli.

Há quem só associe o nome de Taiguara (1945-1996) a suas baladas e canções de sucesso dos anos 1970 em diante, como HojeUniverso no Teu CorpoTeu Sonho Não AcabouQue as Crianças Cantem Livres e Viagem. Mas Taiguara Chalar da Silva, filho do bandoneonista Ubirajara e da cantora de tangos Olga, tem uma trajetória bem mais densa.

Uruguaio, naturalizado brasileiro, criado entre o Rio e São Paulo, ele debutou na bossa paulista em 1964 apadrinhado pelas cantoras Alaíde Costa e Claudette Soares e seu disco de estreia, com arranjos de Luis Chaves, do Zimbo Trio, trazia elogios enfáticos de Edu Lobo e Luiz Eça. 
Neste precioso vinil de 1976, gravado na volta do exílio londrino, em que no título, ele investiga o universo indígena do próprio nome - “Imyra (árvore, madeira, pão), Tayra (filho), Ipy (cabeça de geração, princípio, origem), Taiguara” (foro, livre, senhor de si) – é possível medir a multiplicidade de seu talento. Cercado de ases como Hermeto Pascoal (arranjos, flautas), Wagner Tiso (regência), Jaques Morelenbaum (cello), Toninho Horta (violão), Nivaldo Ornellas (sax, flauta), Novelli (baixo) e naipes de sopros e cordas (68 músicos ao todo), Taiguara mergulha no experimentalismo, sem abrir mão da artesania
melódica. 
Dribla a censura da ditadura (teve 44 músicas vetadas; as deste disco seguiram em nome de Geisa, sua mulher na época) em temas engajados como 
Terra das Palmeiras(“a minha amada amordaçada/ de amor forçado a se calar”), Situação (“não adianta não/ a situação já está fora de suas mãos”), Primeira Bateria (“liberdade/ quero até morrer por você”). Pianice, vinheta de abertura, vem de uma peça sinfônica apresentada no curso feito em Londres, na Guildhall School. 
Público (“eles querem lotar o Maracanã/ e precisam de mim, lá vou eu”) ironiza sua fase de ganhador de festivais, assim como Aquarela de um País dialoga com a célebreAquarela do Brasil, de Ary Barroso. Se Três Pontas (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos) o vincula ao Clube da Esquina, de boa parte dos músicos da gravação, Samba das Cinco escancara sua formação carioca. 
O universo poético sonoro do enredo abre-se ainda aos vetores indígena (
A Volta do Pássaro AmeríndioSete Cenas de Ymira), afro (LuandaVioleta Africana) e ibérico (Como em Guernica) de nossa formação miscigenada, da qual Taiguara torna-se neste disco, mais que nunca, intenso porta-voz e arauto. 
Com Wagner Tiso (direção musical e piano), Toninho Horta (violão e guitarra), Jaques Morelenbaum (cello), Nivaldo Ornelas (sax e flauta), Novelli (baixo), Zé Eduardo Nazário (bateria e percussão) e convidados especiais.

 

 

CD SUDESTE - Nenê Trio

Completando 50 anos de carreira em 2012, o baterista Nenê lança disco com seu trio e celebra uma das carreiras mais inventivas e originais da música brasileira..."A interação e coesão desse trio são resultados da combinação de excelência musical com uma sintonia artística adquirida através de uma longa e produtiva associação. Írio, o mais recente integrante do grupo, traz um senso melódico aliado com uma intensa energia criativa. Alberto, grande baixista, “braço de ferro”, é a “cola” que liga as energias dos colegas em uma unidade coerente. E Nenê: baterista, compositor e pianista de profundo conhecimento da música brasileira, um espírito criativo que constantemente reinterpreta e renova a tradição rítmica.

 

CD UNA - ZÉLI SILVA Convida
Considerado um dos destaques na cena instrumental brasileira, Zéli Silva tem sido responsável por colocar o Baixo na condição de solista, tirando-o da posição de mero acompanhante. Com três CDs na bagagem 2002/2006/2010, em parceria com o saxofonista Vitor Alcântara. Integrou o grupo Terra Brasil, com o qual lançou cinco discos, acompanhou artistas como Badi Assad, Leny Andrade, Cida Moreira, MPB-4, Edgar Scandurra, Nuno Mindelis e Rosa Passos. Atua como professor de matérias lifgadas à música nas faculdades paulistas FAAM(FMU) e Santa Marcelina (FASM).
Zéli Silva acredita tanto no ditado de que a ‘união faz a força’ que resolveu batizar seu quarto disco de Uma. A ideia foi reunir músicos com afinidades e a partir daí criar um trabalho conjugando diferentes gerações e sotaques sonoros. O resultado é um bloco de 11 músicas, sendo dez de autoria de Zéli e uma regravação de Jango de Compadre, de Guinga, Simone Guimarães e Aldir Blanc.
Zéli Silva (baixo acústico e elétrico), a banda base do álbum tem Moisés Alves (piano), Edu Ribeiro (bateria), Vitor Alcântara (sopros) e Fernando Corrêa (guitarra) e os paulistas Léa Freire, Da Do, Chico Pinheiro, Arismar do Espírito Santo e o acreano João Donato e mais o potiguar Lulinha Alencar.
As músicas do disco têm títulos como Semeado (ijexá), Campo de Casa (chacareira), Samba com Sorte e Esperta (marcha samba), Simplificando, única faixa com letra, cantada por Tatiana Parra, é uma homenagem ao pianista João Donato. Arismeira, dedicada ao multi-instrumentista Arismar do Espírito Santo, tem ao próprio no violão. Tenho uma afinidade musical e grande admiração pelos dois. Para mim, eles representam o que há de mais rico em nossa música e ao mesmo tempo, aquilo que vai direto ao coração.
Ficha Técnica:
Artista – Zéli Silva
Título – Una
Preço – R$ 24,00

 

 

CD ZANZEANDO - DA DO

No dicionário, ‘zanzando’  vem de zanzar, que é uma gíria da língua portuguesa para a palavra girar, que significa andar de um lado para o outro. Foi pensando assim que ele batizou seu quinto disco. A ideia foi traduzir em música suas andanças, seu ‘zanzar por aí’, em todos os sentidos

Da Do é apelido artístico desse paulista que começo muito cedo na música. Aos três anos já fazia aulas de piano com Eunice Katunda. Mais tarde veio a flauta transversal e o saxofone e, por este último, foi estudar na Manhattan School of Music (nova York), entre 1998 e 2003. Nos Estados Unidos tocou com vários músico entre eles o lendário pianista brasileiro Dom Salvador, além de estrelas do jazz latino Hilton Ruiz e Bobby Sanabria. No Brasil, além de seus próprios trabalhos, Da Do tem tocado com grandes músicos como Eduardo Gudin, Paulinho da Viola, Wilson das Neves, Carlos Lyra e João Donato.
A formação da banda, além de Da Do que toca sax, flauta e clarinete, tem Silvia Goes (piano),  Zéli Silva (baixo acústico), João Parayba (bateria e timba), Marcos Esguleba (percussão).
O repertório é variado ritmicamente, uma das características da música de Da Do. Há desde bossa nova combinada a um maracatu (Planejando as férias), até um choro com influência de Radames Gnattali (Voltando Pra Casa), que é dedicado a Dom Salvador. Mas também um ‘fox-choro’  que vira xote (Passeando) e samba-jazz (Bem-vindo ao Brasil!), esta uma homenagem ao grande baterista Hélcio Milito (1931-2014), do Tamba Trio. As música Sofrer e Eterno contam com uma orquestra de corda de cordas arregimentada pelo violinista Daniel Guedes e arranjada por Leandro Braga.
Artista – Da Do
Título – Zanzeando

 Preço – R$ 20,00

 

 

CD TRÊS PONTOS

 Tês Pontos CD de música Instrumental Brasileira, trio formado pelos músicos Dô de Carvalho – saxofone, João Casimiro – bateria e Sidney Filho – baixo, com participações especiais de André Marques – piano e Fabio Leal – guitarra.

O CD composto de nove músicas sendo oito de autoria dos músicos do grupo e faixa 6 de André

Marques: 1- SP1 / 2- SP2 / 3- Choro Nº 7 / 4- 7 de Julho Com Minha Mãe / 5- Palavras Para O Meu Amor / 6- E Tudo começou Com Um Cururu / 7- Frebossa / 8- A Volta / 9- Em Pratos Limpos

Quem ouve um concerto para flauta solo de algum compositor erudito sabe que uma boa melodia

indica a harmonia e o ritmo para um bom ouvinte. Imagine sax, baixo e bateria? Trio Três pontos!

 

 

CD ANTONIO ADOLFO - Rio, Choro,Jazz...

Antonio Adolfo homenageia Ernesto Nazareth no CD Rio, Choro, Jazz...
Lançamento acontece no momento em que as partituras de Nazareth se tornam patrimônio cultural da humanidade, integrando a categoria Memória do Mundo, da UNESCO.
O que os choros de Ernesto Nazareth (1863-1934) podem ter em comum com o jazz? Para Antonio Adolfo, muito, o que ele comprovba com o CD Rio, Choro, Jazz..., lançamento no Brasil e Exterior, pelo selo AAM (www.aammusic.com).
Ernesto Nazareth já teve sua obra abordade em diversos formatos e pela primeira vez recebe uma leitura jazzística. Adolfo buscou inspiração no tempo em que tocava no lendário Beco das Garrafas, no Rio de Janeiro, nos anos 60.
Antonio Adolfo compositor de clássicos como Sá Marina, Teletema, Juliana, entre outros, é pioneiro na produção independente no Brasil. Ainda na década de 70 rompeu com as grandes gravadoras e lançou seu selo Artezanal com o histórico álbum Feito em Casa. É fundador do Centro Musical Antonio Adolfo, tradicional escola de música no Rio que, em mais de 25 anos já formou grandes nomes e também autor de vários livros de música. Em cinquenta anos de carreira Adolfo teve músicas gravadas por Elis Regina, Emílio Santiago, Wilson Simonal, Angela Ro Ro, Sérgio Mandes, Dionne Warwick, Herb Alpert e Stevie Wonder.
O jazz brasileiríssimo de Antonio Adolfo tem encontrado um público interessado no Exterior, rendendo prêmios e participações em importantes festivais de todo o mundo.
Gravado e mixado entre Brasil e Estados Unidos, o disco traz nove músicas de Nazareth, entre elas Não Caio Noutra, Tenebroso, Coração Que Sente e de quebra, há uma composição de Antonio Adolfo para o homenageado, Rio, Choro e Jazz...
Antonio Adolfo (piano), Claudio Spiewak (guitarra), Jorge Helder (baixo), Marcelo Martins (sax e flauta), Rafael Barata (bateria).
Faixas: 1- Rio, Choro, Jazz... 2- Feitiço 3- Brejeiro 4- Fon-Fon 5- Tenebroso 6- Não Caio Noutra 7- Coração Que Sente 8- Cuéra 9- Nenê 10- Odeon
Ficha Técnica:

Artista – Antonio Adolfo

Título – Rio, Choro, Jazz

Preço – R$ 32,90

Distribuição Sala de Som Records (www.saladesom.com.br) – (21) 2285-6318